espectacular en todos los sentidos
un sitio espectacular, un invernadero municipal arreglado muy bien en medio de un huerto propio del que se nutren y pegado a un canal; en una parte esta el comedor, en otra (por la que se accede) cultivan todo lo que luego cocinan, de manera espectacular, cocina de altura, ambiente buenísimo, todo organic, cool, mejor a la hora de cenar.
la tipografía y la gráfuica espectaculares.
El restaurante De Kas, en Ámsterdam, es una referencia mundial en el uso de productos vegetales, tanto por su preparación, como por su producción; ya que las cultivan ellos mismos, de forma totalmente ecológica. Eso hace que, como comentó Hageman, “la carta tenga que cambiar constantemente. De hecho, la naturaleza elige el menú del día”. De Kas, un restaurante vanguardista levantado sobre un antiguo invernadero en 2001 y que da servicio a 50.000 comensales al año, apuesta por “elaboraciones sencillas”. El cultivo de sus propias verduras se realiza en “15.000 metros cuadrados de huertas, sin artificios, principalmente al aire libre y en invernaderos no calefactados”. Muestra de su apuesta por el sabor en lugar de la producción.
Como productos estrella Hageman destacó las fresas y los tomates. De hecho, éstos fueron la base de la preparación que trajo a Pamplona: “Mermelada de tomate”.
El patrón, Gert Jan Hageman, es un personaje, un idealista pragmático que ha hecho realidad una utopía: crear un inmenso huerto en medio de una multitudinaria ciudad. Eso es De Kas, un bucólico y bellísimo invernadero en medio de un gran parque de Amsterdam. Con la concesión municipal del espacio a un precio simbólico, en un paraje precioso se ha podido levantar este restaurante, único en Europa, posiblemente en la Tierra, en el que se rinde culto a los vegetales y a la naturaleza. Ellos cultivan en espacios contiguos al comedor - un invernadero de diseño vanguardista cuya semblanza cambia al son de la estación - infinidad de hortalizas, microvegetales y hierbas aromáticas. Es una parte de su abastecimiento, la otra la consiguen del acuerdo que tienen con 9 agricultores, a los que facilitan las plantas, para que cosechen cuanto desean y requieren. Esta actitud, evidentemente verde, no conlleva una cocina vegetariana, ya que el chef, Ronald Kunis, un profesional plenamente convencido de esta filosofía, entusiasta propagandista de ella, meticuloso con la recogida instantánea de los ingredientes…se muestra sumamente equilibrado: “cuando construimos un plato, lo hacemos en función de las verduras que vamos a emplear, que cuanto menos representarán el 50% de los componentes, pero también incorporamos mariscos, pescados y carnes, que seguro enriquecerán el valor gastronómico de las legumbres”. Con ese criterio inventa unos cincuenta y dos menos al año, uno por semana, a veces más, en lo que ofrece lo mejor del huerto. En función de la estacionalidad y la recolección establece una única degustación por día que el comensal ha de asumir con entusiasta complejidad. Por tanto, nadie sabe que le servirán, la única certeza radica en que el campo y el frescor de la naturaleza son las banderas que con orgullo enarbola la casa. Y que cuantas hortalizas salgan a la mesa son de una calidad excepcional, sublimes.
Un suculento costrón de pan con gorgonzola fundido, puré de calabaza y un toque de hierbas y flores nos sitúa en el espíritu del lugar. Otro abreboca encantador: un surtido de zanahoria, remolacha, coliflor… y aceitunas, impregnados cada uno de los elementos con un tratamiento diferente: marinado, encurtido, cocido, confitado, etc. Ya metidos en platos: fenomenales por sabrosas y complejas las patatas paja cocidas en mantequilla con vieiras, puré de topinambo y salsifís empanados y fritos, más una ensalada en otra vajilla, preservando todos los sabores la pureza y calidad intrínseca. Jugosísimo el salmón recubierto de puré de patatas livianizado con hierba limón que se ofrece entre pedazos de bulbo de hinojo. Y concluimos con un picantón, verdaderamente artesano, envuelto en bacon ahumado que se ofrece en compañía de una bravísima col blanca, con hojas verdes de la misma familia y con nabos, además de un fondo vegetal de ave.
En fin, una encantadora experiencia que avalan 52.000 clientes por año.
eye lo descubrió en January 2008
categories:
ver más restaurants in Amsterdam
ostras sobre algas
otros de moda
Kais (Cais da Viscondessa, Rua da Cintura). Este local sigue marcando la pauta gastronómica de lo que se lleva en Lisboa. También ubicado en una fábrica a orillas del Tajo, con techos altísimos y una decoración sofisticada, es el lugar donde la gente guapa viene a dejarse ver. Pero que esto no nos confunda: su cocina es magnífica. Hay que probar sus ostras sobre algas o su langosta con risotto de champagne.
categories:
ver más restaurants in Lisbon
Fabrico Infinito
+351 212 467 629
38.715862 -9.14639700000001fabricoinfinito.wordpress.com/about
saved by 3 people: there are 3 reviews
de todo
O que é o Fabrico Infinito?
Muita gente se interroga sobre a origem do nosso nome. É verdade que o conceito nasceu como “Fábrica Infinita”. Porém, à medida que esta ideia foi amadurecendo e as suas bases se consolidando, encontrámos limitações na marca do nosso projecto. Picasso serviu-nos de inspiração, uma vez que ele pensava que o importante não era procurar, era encontrar.
Adaptando esta ideia ao nosso projecto, o importante deixou de ser a fábrica – mesmo que apenas em nome – mas o que fabricava. Isto é, aquilo que os ingleses chamam ao tecido – fabric. A revolução industrial começou aí. A fábrica – “mill” – passou a ser apenas um espaço onde se produzia (em série).
Para as pessoas comuns, o importante é o sabor do pastel de nata e não a receita ou os métodos da sua manufactura. O “Fabrico Infinito” nasceu daí. Dar primazia ao produto final, para que o prazer de quem consome seja realmente o importante. Relevante. No “Fabrico Infinito” faz-se. Cria-se e manufactura-se. Isto é, há um tempo em que a ideia se consubstancia na forma. Há pensamento, mas há prática.
Há o trabalho de executar o que o talento imaginou. E há suor, erros, desilusões. Mas também alegria e satisfação por cumprir um desígnio, um apelo que vem de dentro. A satisfação de um “dever” cumprido. Formas de dialogar entre quem produz e quem consome.
No “Fabrico Infinito” o que se vende não é tanto coisas mas o que dá valor a essas coisas. Economicamente falando, vendem-se mais-valias. Valores acrescentados. E o maior valor que temos para oferecer é o prazer. A empatia entre quem cria e quem desfruta. Seja um edifício, um poema, uma escultura, uma música, um bolo ou um brinquedo.
O importante é o sorriso.
A fruição do receptor é a maior alegria do criador. Não há exploração, há troca. Aqui partilha-se o mutualismo: quanto maior o sorriso de quem nos visita, maior será o nosso.
Sendo que, a nosso ver, não há maior prazer que aquele que é proporcionado por uma descoberta.
É tempo, pois, de voltarmos a partir. Porque não há maior prazer que encontrar.
Sejam bem-vindos ao nosso mundo.
eye lo descubrió en March 2011
categories:
ver más museums in Lisbon
DE TIMEOUT:
Há boas notícias no centro: mais um bom restaurante com preços razoáveis. Diogo Novais foi provar
O nome roça o ridículo, mas segue essa velha tradição portuguesa que é baptizar uma empresa com a primeira coisa que o filho gritar. Já tinha visto um café “Gugudada”, agora há o restaurante Babá Ratón.
Outro facto curioso é que está num centro comercial. E aí a estranheza está do nosso lado, porque não é frequente entrarmos nesse tipo de bairros. O Tivoli Forum é diferente, ainda assim, por duas razões importantes: (1) está em plena Av. da Liberdade; e (2) não propaga vírus pelos tubos de ar condicionado, porque é ao ar livre.
A localização, aliás, é a primeira vantagem do Babá. Quem já visitou este centro percebe porquê: à parte deste restaurante, só há fast food de escritório, que é como quem diz massinhas, sopinhas e bacalhauzinho do dia. Tudo cheiinho de calorias a fingir que não. O Babá faz a diferença por ser um restaurante a sério, que está para a zona de comidas do Tivoli Fórum como o espaço VIP de uma discoteca: ligeiramente subido e com uma porta a separar os clientes bonitos. E, verdade seja dita, essa diferença até se vai vendo (ao contrário das discotecas).
Em relação à comida, a lista é grande, mas toda a gente a ignora. O truque, à hora do almoço, chama-se ‘Menu executivo’. Dá direito a um couvert normal, a uma bebida sofisticada (aconselham-se os sumos naturais, desanconselha-se o vinho a copo servido à temperatura errada), um prato do dia e um café. E pratos do dia sofisticados são uma grande novidade nesta zona. Variam todos os dias, mas são sempre um best of de comida portuguesa e internacional, sem variações esquisitas e molhangas a esconder defeitos. Há alheira no nonsense (com batatas fritas, ovos estrelados e grelos) num dos extremos, e um bom spaghetti neri no outro. Pelo meio há pratos tradicionais bem apresentados.
Fora da ementa, provámos uma sopa de legumes que vinha fria e sem graça; e um presunto de bellota, autêntico, e num prato com dimensões para justificar 12 euros.
Nas sobremesas, o Babá tem a presunção de oferecer o “melhor bolo de chocolate da Avenida”, o que até pode ser verdade, mas só porque o resto da Avenida é uma pobreza. É um bolo decente, com uma boa combinação com gelado de menta. Como os restantes concorrentes da zona – LA Café, Tivoli Café e AdLib – o Babá esforça-se por ser um restaurante de jantares que nunca vai ser. Mas ao almoço, na relação preço/qualidade, passou para o topo deste grupo. Os 14 euros do menu são imbatíveis na zona. E dão vontade de voltar.
eye lo descubrió en February 2012
categories:
Se não tem tempo para ir até à Serra da Estrela, a Serra da Estrela vem até si. Claro que não mete neve, temperaturas abaixo de zero ou descidas da serra com o rabo enfiado em sacos de plástico (um mimo), mas nem por isso a experiência perde graça.
A Loja das Penhas Douradas traz até Lisboa o que de melhor a zona tem e está dividida em duas: de um lado, a parte gastronómica, com os artigos da Penhas Douradas Food. Do outro, peças feitas em burel, um dos mais tradicionais tecidos portugueses, da Penhas Douradas Factory. Comecemos pela comida.
A ideia foi “pegar em produtos tradicionais e nas matérias-primas da zona e dar-lhes um ar diferente e contemporâneo”, diz Cristina Vasconcelos, uma das sócias da loja. Com a ajuda do chef Luís Baena, consultor gastronómico do projecto, a Penhas Douradas Food envolve coisas tão diferentes como mel de urze e rosmaninho, geleia de zimbro, línguas de gato de feijoca, pesto de urtigas, boletos selvagens, geleia de flor de sabugueiro, marmelada de cereja, biscoitos de queijo e azeitonas, palitos de queijo da serra, torrão de laranja ou ketchup de abóbora (ainda aí está ou desmaiou de gula?). Tudo enfiado em embalagens modernas e atraentes. Depois, há a parte têxtil, com o burel.
“Pegámos num tecido ancestral português, que cobre os pastores da serra há centenas de anos e que estava a cair em desuso, e resolvemos criar novos produtos a partir dele”, explica Cristina. Foi assim (e criando novas 24 cores, para além das naturais), que o burel se transformou em pastas de computador, mochilas, colares, cintos, brinquedos, mantas, almofadas ou individuais, entre muitas outras coisas. O objectivo é criar parcerias com jovens designers, para que criem novas utilidades para o burel. Aberta desde Novembro do ano passado, a loja quer ajudar a desenvolver a zona de Manteigas, não só através do aproveitamento de produtos como da mão-de-obra local. “É um meio de dinamizar uma zona que está economicamente deprimida.
A loja é o ponto visível destes dois projectos que queremos que sejam sustentáveis e criem as sinergias necessárias para que a região se desenvolva.”
eye lo descubrió en February 2012
categories:
Restaurante Cervejaria Ribadouro
+351 213 549 411
38.7196 -9.1455698saved by 6 people: there are 2 reviews
En una de las principales avenidas de la ciuda, cerca de la Plaza del Marqués de Pombal y junto a la Embajada de España, se encuentra una de las mejores marisquerías por calidad y precio de Lisboa. En la capital portuguesa es muy común el concepto de cervecería donde se come marisco y pescado, y el restaurante Ribadouro es uno de los mejores sitios para eso. Ojo, no es barato, que nadie espere comer percebes y langostinos a precio de Whopper, pero la relación calidad-precio es excelente.
categories:
ver más restaurants in Lisbon
hotel y restaurante de kenneth hansen
News
Press contact
Top chef pushes boundaries
with Danish Crown
Randers, 12 October 2011
The Nordic Chef of the Year wants to change Danish eating habits, and Danish Crown is his partner on this quest.
Veal, beef tenderloin and pork belly are quickly disappearing from the kitchen at Danish Crown’s Anuga stand where chef Kenneth Hansen is treating guests to the best of Nordic cuisine.
He has composed the menu for Danish Crown’s stand at Europe’s largest food trade show himself, and the 29-year-old top chef is pleased with both the food and his partnership with Danish Crown.
- My partnership with Danish Crown means a lot to me. Working with such a large company is incredibly exciting because it can help move things in the right direction, says Kenneth Hansen.
He is delighted that Danish Crown is always ready to supply new and exciting cuts, which will hopefully both take the Danes and Svinkløv Badehotel, the seaside hotel where Kenneth Hansen usually does his amazing cooking, to new culinary levels.
Uncompromising
He has, for example, helped develop a whole new series of ready meals under Danish Crown’s ‘Stjernekokken’ or ‘Star chef’ label, which is sold in Irma supermarkets.
- In this case, I was asked to develop a number of products without compromising on quality in any way. And the results are very satisfactory indeed. Of course, minor adjustments are required when you are no longer making gravy for two diners, but for 4,000, but the idea is basically that consumers should not be able to taste the difference between the gravy made by me in person and the one they buy in Irma, says Kenneth Hansen.
Learning a lot
What it also means is that Kenneth Hansen has to aim even higher back home at Svinkløv Badehotel to ensure that diners still have a special experience. But Kenneth Hansen is absolutely ready to take up the challenge.
- Danish Crown gets some new products, but I am also learning so much from this partnership, and becoming a better chef in the process, says Kenneth Hansen.
Precisely how much he has learnt, he will be able to demonstrate next year when he expects to compete in the Bocuse d'Or world cooking contest in France. Winning the Bocuse d'Or would be the ultimate triumph for the young chef who has already scooped the Danish Chef of the Year 2009 and Nordic Chef of the Year 2010 titles.
eye lo descubrió en January 2012
categories:
Torta queso crudo oveja sublime
Villa San Antonio, es una empresa familiar que nace para elaborar productos artesanos derivados de la leche de oveja. Nuestras ovejas siempre tratadas con mucho mimo, y alimentadas de forma natural, nos proporciona la materia prima de nuestros productos. Del mismo modo que los ganaderos de antaño y siguiente ese espíritu tradicional, les presentamos nuestras especialidades: queso, requesón, cuajada, yogur, flan de huevo y vainilla. Disfrute de su sabor.
Queso curado de oveja
Queso añejo de oveja
Queso semicurado de oveja
Flan de huevo de leche de oveja Tarrina 130g
Flan de vainilla con leche Tarrina 130g
Yogur de leche de oveja Tarrina 140g
Cuajada de leche de oveja Tarrina 150g
Requesón desnatado de leche de oveja Tarrina 250g
eye lo descubrió en January 2012
categories:
100 maneiras
+351 35351210990475
38.7146104782791 -9.1448038816452saved by 2 people: there is one review
de lomejordelagastronomia.com
Ljubomir Stanisic practica la cocina más avanzada conceptualmente de Portugal. Con criterios propios en verdad intelectuales y empleando técnicas de vanguardia dicta un mensaje netamente diferenciado, contemporaneo y cosmopolita, donde el personaje se situa por encima de las referencias. En su cabeza borbotean ideas, si bien hasta llegar a la plasmación se aprecia un profundo proceso de reflexión. O lo que es lo mismo, que la imaginación se sopesa, estudia, medita...hasta lograr creaciones cerebrales. Pese a ello, pese a la elegancia y la armonia de sus platos, pese a lo equilibradas que resultan sus construcciones, su cocina se aleja avismalmente de la sociologia lusitana. Estamos ante un chef de proyección internacional, que debería trasladarse a Lisboa o, incluso, plantearse conquistar mundo. Hoy por hoy sus propuestas sobrepasan al mercado de Cascais y mucho nos tememos que el portugués. Ahí radica la grandeza de este artista incomprendido...que debería pensar tomar otros caminos: centrar su cocina o huir a otras latitudes.
categories:
ver más restaurants in Lisbon
one of the best daytime bars in the city, the perfect place for a glass of Portuguese wine at the end of the work day. There isn’t much room inside, but that’s actually perfect, since that may force you to stand outside and watch the Bairro Alto day get started (meaning night in this neighborhood). To be soaked up by the alcohol there are cheeses and hams, and everything is accompanied by an all-Portuguese soundtrack playing in the background.
eye lo descubrió en January 2012
















