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de aap met de gouden ring

51.9299314 4.5029245

www.deaapmetdegoudenring.nl

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Contact: Saskia
Mobiel: +31 (0)6 41 67 34 35
E-mail: design@deaapmetdegoudenring.nl
Showroom: Vlietlaan 14 Rotterdam-Kralingen
Kamer van Koophandel/ Chamber of Commerce: 24480002
Girorekening ING: 5435467 t.n.v. De Aap met de gouden Ring, Rotterdam
Buitenland betaling: IBAN: NL51INGB0005435467
BIC (SWIFT) code: INGBNL2A

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a direita de marvila

38.7427821 -9.1040803

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A Direita de Marvila, Rua Pereira Henriques, 1, Armazém 9
(Ter a Sáb das 15.00 às 19.00)

from timeout

As peças ‘vintage’ estão na moda: são giras, de qualidade e combinam facilmente com outros estilos. Ana Garcia Martins conta-lhe mais

São peças de linhas direitas, despretensiosas, mas não simplistas ou básicas. Fizeram furor num passado com trinta, quarenta, cinquenta anos, mas acomodam-se nos dias que correm sem acusar os anos que sobre elas pesam. São candeeiros, mesas, sofás, tudo vintage. Afinal, a moda é cíclica, mesmo que de mobiliário se trate. E o que foi acaba sempre por voltar a ser, ao contrário do que diz a canção.
Como em qualquer novo conceito que começa a emergir numa cidade, também aqui é impossível não recorrer à comparação do “lá fora”. Lá fora há, lá fora faz-se, lá fora têm... Lojas de mobiliário vintage há-as lá fora aos molhos. Tropeça-se nelas nas esquinas de Paris, de Madrid, de Amesterdão. Mas cá dentro também há. É certo que os dedos de uma mão são suficientes para contá-las, mas não é por isso que perdem interesse. Porque este é um negócio que vive do tempo e se quer paciente.
A Direita de Marvila, uma loja especializada em mobiliário dos anos 50, 60 e 70, é um desses casos. “Trabalhei muitos anos em cinema, como decoradora, e tinha tralha que nunca mais acabava. Entretanto, eu e o meu sócio da altura fizemos uma viagem até à Holanda e Alemanha, trouxemos coisas e abrimos a loja. É um espaço pouco vulgar e com uma enorme mistura de coisas”, explica Ana Maria Louro, a proprietária.
Por ter um design cuidado mas sóbrio, o mobiliário vintage está a ganhar adeptos. “Há, sobretudo, uma procura por parte da malta mais nova. São pessoas que têm mais prazer nisto, que são mais viradas para o design. E são o género de clientes que me dá gozo receber. Há quem pague a prestações só para poder levar uma peça muito gira, qualquer coisa que é, de facto, original. São peças perfeitamente conjugáveis tanto com coisas do Ikea como de antiquários”, sublinha a responsável.
Mas este não é um prazer barato. Nesta, como noutras lojas do género, a larga maioria das peças são importadas. É preciso pagar o transporte, o restauro, os anos, a exclusividade de ter uma peça que poucos terão, a qualidade dos materiais. Tudo isso se reflecte na hora de marcar um preço na etiqueta. Peças de assinatura portuguesa são poucas. “Naquelas décadas importava-se muito pouco e o design português era muito dirigido para hotéis”, diz Ana Maria Louro. Quer isto dizer que não valerá muito a pena correr para casa de tios e avós em busca de uma raridade perdida, porque o máximo que se poderá encontrar são cópias do que fazia “lá fora”, devidamente aportuguesadas pelos marceneiros da altura.
A Usuário, na Graça, é outro desses espaços onde o passado anseia por saltar para o presente “Um usuário é alguém que utiliza uma coisa durante um certo tempo”, diz Miguel Lemos, o dono. E é isso que acontece aqui, há já três anos.
A aposta também recai no design vintage, com especial incidência no mobiliário nórdico. Miguel Lemos, o dono, explica a “febre retro” pelas “linhas puras e facilmente misturáveis com outros estilos” e pela “massificação do design”. Não consegue definir os objectos mais procurados, mas candeeiros e mesas de jantar têm sempre saída. “Temos feito um esforço enorme para ter peças a preços mais acessíveis, de autores menos conhecidos, para alargar mais o leque de clientes”, diz, reforçando a ideia que o “modernariato” (antiguidades modernas) pode representar um rombo em muitas carteiras.
Se é certo que estes espaços não fazem parte de uma qualquer ordem secreta, não é menos verdade que parecem ter uma cultura muito própria. “É uma loja que funciona muito pelo boca-a-boca. É uma coisa mais particular, mais íntima, na base do ‘só nós é que sabemos’”, diz Ana Maria Louro sobre a sua Direita de Marvila. Na Usuário, por seu lado, o cartaz da porta diz “aberto”, mas não deixa de ser preciso tocar à porta. “Há quem pense que isto é uma loja de candeeiros”, conta Miguel Lemos.
A Direita de Marvila, Rua Pereira Henriques, 1, Armazém 9

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pop in

38.7120875 -9.1424249

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Alma Lusa

38.7191482 -9.1557232

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artefacto

38.7704 -9.1291

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Cç. da Graça, 10, 21 887 3175, aberta de seg. a sex. das 10.00 às 19.00 e aos sábados, domingo e feriados das 11.00 às 19.00

de timeout:

“Sempre tive interesse pela arte popular e senti que havia uma lacuna na oferta. Por um lado, temos lojas tradicionais de artesanato, onde as coisas estão aglomeradas. Por outro, temos galerias de arte. Achei que havia espaço para trazer algo diferente e valorizar artistas desconhecidos e com um percurso original”, conta Rosa Cipriano, a responsável pela galeria de arte popular Artefacto. As peças saíram da imaginação e das mãos de artistas que o são sem o saberem. “Fiz uma pesquisa a nível nacional e procurei trabalhos e artistas dentro de uma linha mais tradicional. Não foi muito fácil convencer alguns, mas depois gostam de ver que as pessoas se interessam e que o trabalho é reconhecido”. Foi através deste processo de convencimento que chegaram à loja os bordados da D. Amélia, as esculturas de madeira do Sr. Roberto, os cachimbos do Sr. Manuel, ou os pássaros de lata do Sr. Abílio. Junto às peças, uma ficha com fotografia explica a história dos artistas, dá-lhes cara.
Nas prateleiras também há espaço para postais antigos, e uma pequena selecção de livros e de música portuguesa. Tudo a preços acessíveis, dos dez aos 435 euros, a peça mais cara (uma moldura com palha, intitulada “Quadro para Burros”).

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cinco

38.7376543 -9.148113

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De Seg-Sex das 10.00 às 19.00

de timeout:

Aberta há menos de um mês, a Cinco é um projecto da arquitecta Margarida Bernardo, uma “apaixonada pelo feng shui”. Leu o primeiro livro sobre o assunto aos 17 anos, e nunca mais se desligou. Hoje, com 40, acredita que uma loja é uma boa forma de passar a palavra e espalhar o equilíbrio, por isso a Cinco reúne peças que vão ao encontro dos cinco sentidos.
“Foi feito um estudo de feng shui para esta loja, cada canto está ligado a um elemento, mas depois limei tudo e juntei a minha sensibilidade enquanto mulher”, diz Margarida. Foi assim que no mesmo espaço juntou velas, incenso, chocolates, acessórios, brinquedos, loiça e até uma linha de candeeiros desenhados e produzidos pela sua empresa, a Artbeat.
“Todos os dias tento olhar para a loja de forma mutável, não consigo ter as coisas no mesmo sítio por mais de dois ou três dias.” Importante é a sintonia. “O que faz um bom espaço é a iluminação, a cor, o equilíbrio das formas, o conforto. Se concebermos um espaço apenas para ser bonito não conseguimos viver nele.”

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Loja das Penhas Douradas

38.710772 -9.1395707

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Se não tem tempo para ir até à Serra da Estrela, a Serra da Estrela vem até si. Claro que não mete neve, temperaturas abaixo de zero ou descidas da serra com o rabo enfiado em sacos de plástico (um mimo), mas nem por isso a experiência perde graça.

A Loja das Penhas Douradas traz até Lisboa o que de melhor a zona tem e está dividida em duas: de um lado, a parte gastronómica, com os artigos da Penhas Douradas Food. Do outro, peças feitas em burel, um dos mais tradicionais tecidos portugueses, da Penhas Douradas Factory. Comecemos pela comida.
A ideia foi “pegar em produtos tradicionais e nas matérias-primas da zona e dar-lhes um ar diferente e contemporâneo”, diz Cristina Vasconcelos, uma das sócias da loja. Com a ajuda do chef Luís Baena, consultor gastronómico do projecto, a Penhas Douradas Food envolve coisas tão diferentes como mel de urze e rosmaninho, geleia de zimbro, línguas de gato de feijoca, pesto de urtigas, boletos selvagens, geleia de flor de sabugueiro, marmelada de cereja, biscoitos de queijo e azeitonas, palitos de queijo da serra, torrão de laranja ou ketchup de abóbora (ainda aí está ou desmaiou de gula?). Tudo enfiado em embalagens modernas e atraentes. Depois, há a parte têxtil, com o burel.
“Pegámos num tecido ancestral português, que cobre os pastores da serra há centenas de anos e que estava a cair em desuso, e resolvemos criar novos produtos a partir dele”, explica Cristina. Foi assim (e criando novas 24 cores, para além das naturais), que o burel se transformou em pastas de computador, mochilas, colares, cintos, brinquedos, mantas, almofadas ou individuais, entre muitas outras coisas. O objectivo é criar parcerias com jovens designers, para que criem novas utilidades para o burel. Aberta desde Novembro do ano passado, a loja quer ajudar a desenvolver a zona de Manteigas, não só através do aproveitamento de produtos como da mão-de-obra local. “É um meio de dinamizar uma zona que está economicamente deprimida.
A loja é o ponto visível destes dois projectos que queremos que sejam sustentáveis e criem as sinergias necessárias para que a região se desenvolva.”

eye lo descubrió en February 2012

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Fabrico Infinito

+351 212 467 629

38.715862 -9.14639700000001

fabricoinfinito.wordpress.com/about

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de todo

O que é o Fabrico Infinito?

Muita gente se interroga sobre a origem do nosso nome. É verdade que o conceito nasceu como “Fábrica Infinita”. Porém, à medida que esta ideia foi amadurecendo e as suas bases se consolidando, encontrámos limitações na marca do nosso projecto. Picasso serviu-nos de inspiração, uma vez que ele pensava que o importante não era procurar, era encontrar.

Adaptando esta ideia ao nosso projecto, o importante deixou de ser a fábrica – mesmo que apenas em nome – mas o que fabricava. Isto é, aquilo que os ingleses chamam ao tecido – fabric. A revolução industrial começou aí. A fábrica – “mill” – passou a ser apenas um espaço onde se produzia (em série).

Para as pessoas comuns, o importante é o sabor do pastel de nata e não a receita ou os métodos da sua manufactura. O “Fabrico Infinito” nasceu daí. Dar primazia ao produto final, para que o prazer de quem consome seja realmente o importante. Relevante. No “Fabrico Infinito” faz-se. Cria-se e manufactura-se. Isto é, há um tempo em que a ideia se consubstancia na forma. Há pensamento, mas há prática.

Há o trabalho de executar o que o talento imaginou. E há suor, erros, desilusões. Mas também alegria e satisfação por cumprir um desígnio, um apelo que vem de dentro. A satisfação de um “dever” cumprido. Formas de dialogar entre quem produz e quem consome.

No “Fabrico Infinito” o que se vende não é tanto coisas mas o que dá valor a essas coisas. Economicamente falando, vendem-se mais-valias. Valores acrescentados. E o maior valor que temos para oferecer é o prazer. A empatia entre quem cria e quem desfruta. Seja um edifício, um poema, uma escultura, uma música, um bolo ou um brinquedo.

O importante é o sorriso.

A fruição do receptor é a maior alegria do criador. Não há exploração, há troca. Aqui partilha-se o mutualismo: quanto maior o sorriso de quem nos visita, maior será o nosso.

Sendo que, a nosso ver, não há maior prazer que aquele que é proporcionado por uma descoberta.

É tempo, pois, de voltarmos a partir. Porque não há maior prazer que encontrar.

Sejam bem-vindos ao nosso mundo.

eye lo descubrió en March 2011

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