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a direita de marvila
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A Direita de Marvila, Rua Pereira Henriques, 1, Armazém 9
(Ter a Sáb das 15.00 às 19.00)
from timeout
As peças ‘vintage’ estão na moda: são giras, de qualidade e combinam facilmente com outros estilos. Ana Garcia Martins conta-lhe mais
São peças de linhas direitas, despretensiosas, mas não simplistas ou básicas. Fizeram furor num passado com trinta, quarenta, cinquenta anos, mas acomodam-se nos dias que correm sem acusar os anos que sobre elas pesam. São candeeiros, mesas, sofás, tudo vintage. Afinal, a moda é cíclica, mesmo que de mobiliário se trate. E o que foi acaba sempre por voltar a ser, ao contrário do que diz a canção.
Como em qualquer novo conceito que começa a emergir numa cidade, também aqui é impossível não recorrer à comparação do “lá fora”. Lá fora há, lá fora faz-se, lá fora têm... Lojas de mobiliário vintage há-as lá fora aos molhos. Tropeça-se nelas nas esquinas de Paris, de Madrid, de Amesterdão. Mas cá dentro também há. É certo que os dedos de uma mão são suficientes para contá-las, mas não é por isso que perdem interesse. Porque este é um negócio que vive do tempo e se quer paciente.
A Direita de Marvila, uma loja especializada em mobiliário dos anos 50, 60 e 70, é um desses casos. “Trabalhei muitos anos em cinema, como decoradora, e tinha tralha que nunca mais acabava. Entretanto, eu e o meu sócio da altura fizemos uma viagem até à Holanda e Alemanha, trouxemos coisas e abrimos a loja. É um espaço pouco vulgar e com uma enorme mistura de coisas”, explica Ana Maria Louro, a proprietária.
Por ter um design cuidado mas sóbrio, o mobiliário vintage está a ganhar adeptos. “Há, sobretudo, uma procura por parte da malta mais nova. São pessoas que têm mais prazer nisto, que são mais viradas para o design. E são o género de clientes que me dá gozo receber. Há quem pague a prestações só para poder levar uma peça muito gira, qualquer coisa que é, de facto, original. São peças perfeitamente conjugáveis tanto com coisas do Ikea como de antiquários”, sublinha a responsável.
Mas este não é um prazer barato. Nesta, como noutras lojas do género, a larga maioria das peças são importadas. É preciso pagar o transporte, o restauro, os anos, a exclusividade de ter uma peça que poucos terão, a qualidade dos materiais. Tudo isso se reflecte na hora de marcar um preço na etiqueta. Peças de assinatura portuguesa são poucas. “Naquelas décadas importava-se muito pouco e o design português era muito dirigido para hotéis”, diz Ana Maria Louro. Quer isto dizer que não valerá muito a pena correr para casa de tios e avós em busca de uma raridade perdida, porque o máximo que se poderá encontrar são cópias do que fazia “lá fora”, devidamente aportuguesadas pelos marceneiros da altura.
A Usuário, na Graça, é outro desses espaços onde o passado anseia por saltar para o presente “Um usuário é alguém que utiliza uma coisa durante um certo tempo”, diz Miguel Lemos, o dono. E é isso que acontece aqui, há já três anos.
A aposta também recai no design vintage, com especial incidência no mobiliário nórdico. Miguel Lemos, o dono, explica a “febre retro” pelas “linhas puras e facilmente misturáveis com outros estilos” e pela “massificação do design”. Não consegue definir os objectos mais procurados, mas candeeiros e mesas de jantar têm sempre saída. “Temos feito um esforço enorme para ter peças a preços mais acessíveis, de autores menos conhecidos, para alargar mais o leque de clientes”, diz, reforçando a ideia que o “modernariato” (antiguidades modernas) pode representar um rombo em muitas carteiras.
Se é certo que estes espaços não fazem parte de uma qualquer ordem secreta, não é menos verdade que parecem ter uma cultura muito própria. “É uma loja que funciona muito pelo boca-a-boca. É uma coisa mais particular, mais íntima, na base do ‘só nós é que sabemos’”, diz Ana Maria Louro sobre a sua Direita de Marvila. Na Usuário, por seu lado, o cartaz da porta diz “aberto”, mas não deixa de ser preciso tocar à porta. “Há quem pense que isto é uma loja de candeeiros”, conta Miguel Lemos.
A Direita de Marvila, Rua Pereira Henriques, 1, Armazém 9
eye lo descubrió en febrero de 2012
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eye lo descubrió en febrero de 2012
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Hotel Ribeira Tejo Boutique Guesthouse
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muy muy buena pinta
voy en dos semanas!!
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restaurante favorito de Pedro Almodóvar, que según sus propietarios siempre ha tenido la intención de rodar allí alguna escena de sus películas. Su carta podría definirse como alta cocina creativa.
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Kais
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Cais da Viscondessa R. da Cintura - Santos Lisboa, Portugal 38.7051220020312 -9.15688825541383
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ostras sobre algas
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Kais (Cais da Viscondessa, Rua da Cintura). Este local sigue marcando la pauta gastronómica de lo que se lleva en Lisboa. También ubicado en una fábrica a orillas del Tajo, con techos altísimos y una decoración sofisticada, es el lugar donde la gente guapa viene a dejarse ver. Pero que esto no nos confunda: su cocina es magnífica. Hay que probar sus ostras sobre algas o su langosta con risotto de champagne.
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5 oceanos
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Doca de Santo Amaro, Armazén 12 Lisboa, Portugal 38.699624 -9.176062
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Pabellon Conocimiento
Alameda dos Oceanos Lote 2.10.0 Lisboa, Portugal 38.7787665 -9.0951236
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eye lo descubrió en junio de 2009
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Fundação Calouste Gulbenkian
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The Calouste Gulbenkian Foundation is a Portuguese private institution of public utility whose statutory aims are in the fields of arts, charity, education and science. A landmark in the Portuguese Architecture of the 60's, the Gulbenkian centre was designed by three Portuguese Architects, Alberto Pessoa, Pedro Cid and Rui Athouguia. The apparently simple, modern building is skillfully combined with the surrounding park with its lake and open-air auditorium to form a harmonious whole. Opened in 1969, these buildings aim to create a pleasant, serene atmosphere, allowing several different views of the surrounding woods and gardens to be seen from the interior.
Calouste Gulbenkian
Nacimiento 23 de marzo de 1869
Üsküdar, Imperio Otomano
Fallecimiento 20 de julio de 1955 (86 años)
Lisboa, Portugal
Nacionalidad Armenio
Ocupación ingeniero, empresario, filántropo
Calouste Sarkis Gulbenkian (Scutari, hoy Üsküdar, Turquía, 23 de marzo de 1869 - Lisboa, 20 de julio de 1955) fue un ingeniero, empresario y filántropo armenio nacionalizado británico, activo en el sector del petróleo y uno de los pioneros en el desarrollo del sector petrolífero en Oriente Medio. Como filántropo, realizó una gran contribución en el desarrollo cultural en Portugal. Su herencia fue el origen de la Fundación Calouste Gulbenkian.
Estudios e inicio de la carrera
Inició su colección de arte a los 14 años cuando compró algunas monedas antiguas en un bazar. Estudió ingeniería en el King's College de Londres. Se hizo ciudadano británico en 1902. Inmediatamente después de terminar los estudios se encaminó por el negocio del petróleo y fue uno de los primeros hombres de negocios en comerciar con el petróleo de Oriente Medio. Estuvo envuelto en la fundación de la compañía petrolífera Royal Dutch Shell.
Tras la caída del Imperio otomano con la Primera Guerra Mundial, el petróleo de Irak se repartió entre los países aliados y se controló por la Iraq Petroleum Company (IPC). Gulbenkian tenía derecho a recibir un 5% de la IPC.
«Señor 5%»
En 1928 poseía el 5 por ciento de cuatro grandes compañías petrolíferas por su papel en la transferencia de los bienes de la Turkish Petroleum Company a esas compañías, por lo que se ganó el apodo de «Señor Cinco por ciento». La riqueza que acumuló le permitió satisfacer su pasión por las obras de arte. Durante la II Guerra Mundial se marchó a Portugal y a su muerte legó sus bienes a Portugal en forma de una fundación, la Fundación Calouste Gulbenkian, localizada en su antigua residencia de Lisboa.
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praça nova
Rua Castelo de São Jorge 129 Lisboa, Portugal 38.7136828 -9.1317257
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JOÃO LUÍS CARRILHO DA GRAÇA
A discontinuous corten steel wall defines a site of work, and leaves a perimetric walkway next to the castle walls, the final limit of the plot. Inside of the corten boundary a white shelter, elevated from the ground, houses the ruins. Like a reinterpretation of the old construction the new white box follows the antiques lines of the walls, but not touches them. Between the building and the ruins there is a long gap which allows to see the different textures and finishes of both constructions.
eye lo descubrió en febrero de 2012
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