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El ojo que ves no es ojo porque tu lo veas, es ojo porque te ve (antonio machado)

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canal house

Keizersgracht 148 Amsterdam, Países Bajos 52.3762909 4.8862602

www.canalhouse.nl

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l´and vineyard

Estrada Nacional 4 Herdade das Valadas Apartado 122 7050-031 Montemor-o-Novo Évora Montemor-o-Novo, Portugal

www.l-andvineyards.com

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Brunel Museum

Railway Avenue SE16 4LF Rotherhithe, Reino Unido 51.5012763169209 -0.0521421432495117

www.brunel-museum.org.uk

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Selexyz Dominicanen

+31 43 321 0825

Dominikanerkerkstraat 1 Maastricht, Países Bajos 50.850005 5.689535

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a direita de marvila

rua direita de marvila, 86 Lisboa, Portugal 38.7427821 -9.1040803

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A Direita de Marvila, Rua Pereira Henriques, 1, Armazém 9
(Ter a Sáb das 15.00 às 19.00)

from timeout

As peças ‘vintage’ estão na moda: são giras, de qualidade e combinam facilmente com outros estilos. Ana Garcia Martins conta-lhe mais

São peças de linhas direitas, despretensiosas, mas não simplistas ou básicas. Fizeram furor num passado com trinta, quarenta, cinquenta anos, mas acomodam-se nos dias que correm sem acusar os anos que sobre elas pesam. São candeeiros, mesas, sofás, tudo vintage. Afinal, a moda é cíclica, mesmo que de mobiliário se trate. E o que foi acaba sempre por voltar a ser, ao contrário do que diz a canção.
Como em qualquer novo conceito que começa a emergir numa cidade, também aqui é impossível não recorrer à comparação do “lá fora”. Lá fora há, lá fora faz-se, lá fora têm... Lojas de mobiliário vintage há-as lá fora aos molhos. Tropeça-se nelas nas esquinas de Paris, de Madrid, de Amesterdão. Mas cá dentro também há. É certo que os dedos de uma mão são suficientes para contá-las, mas não é por isso que perdem interesse. Porque este é um negócio que vive do tempo e se quer paciente.
A Direita de Marvila, uma loja especializada em mobiliário dos anos 50, 60 e 70, é um desses casos. “Trabalhei muitos anos em cinema, como decoradora, e tinha tralha que nunca mais acabava. Entretanto, eu e o meu sócio da altura fizemos uma viagem até à Holanda e Alemanha, trouxemos coisas e abrimos a loja. É um espaço pouco vulgar e com uma enorme mistura de coisas”, explica Ana Maria Louro, a proprietária.
Por ter um design cuidado mas sóbrio, o mobiliário vintage está a ganhar adeptos. “Há, sobretudo, uma procura por parte da malta mais nova. São pessoas que têm mais prazer nisto, que são mais viradas para o design. E são o género de clientes que me dá gozo receber. Há quem pague a prestações só para poder levar uma peça muito gira, qualquer coisa que é, de facto, original. São peças perfeitamente conjugáveis tanto com coisas do Ikea como de antiquários”, sublinha a responsável.
Mas este não é um prazer barato. Nesta, como noutras lojas do género, a larga maioria das peças são importadas. É preciso pagar o transporte, o restauro, os anos, a exclusividade de ter uma peça que poucos terão, a qualidade dos materiais. Tudo isso se reflecte na hora de marcar um preço na etiqueta. Peças de assinatura portuguesa são poucas. “Naquelas décadas importava-se muito pouco e o design português era muito dirigido para hotéis”, diz Ana Maria Louro. Quer isto dizer que não valerá muito a pena correr para casa de tios e avós em busca de uma raridade perdida, porque o máximo que se poderá encontrar são cópias do que fazia “lá fora”, devidamente aportuguesadas pelos marceneiros da altura.
A Usuário, na Graça, é outro desses espaços onde o passado anseia por saltar para o presente “Um usuário é alguém que utiliza uma coisa durante um certo tempo”, diz Miguel Lemos, o dono. E é isso que acontece aqui, há já três anos.
A aposta também recai no design vintage, com especial incidência no mobiliário nórdico. Miguel Lemos, o dono, explica a “febre retro” pelas “linhas puras e facilmente misturáveis com outros estilos” e pela “massificação do design”. Não consegue definir os objectos mais procurados, mas candeeiros e mesas de jantar têm sempre saída. “Temos feito um esforço enorme para ter peças a preços mais acessíveis, de autores menos conhecidos, para alargar mais o leque de clientes”, diz, reforçando a ideia que o “modernariato” (antiguidades modernas) pode representar um rombo em muitas carteiras.
Se é certo que estes espaços não fazem parte de uma qualquer ordem secreta, não é menos verdade que parecem ter uma cultura muito própria. “É uma loja que funciona muito pelo boca-a-boca. É uma coisa mais particular, mais íntima, na base do ‘só nós é que sabemos’”, diz Ana Maria Louro sobre a sua Direita de Marvila. Na Usuário, por seu lado, o cartaz da porta diz “aberto”, mas não deixa de ser preciso tocar à porta. “Há quem pense que isto é uma loja de candeeiros”, conta Miguel Lemos.
A Direita de Marvila, Rua Pereira Henriques, 1, Armazém 9

eye lo descubrió en febrero de 2012

listas: EUROPA_portugal , Vintage , arquitectura-ingeniería , comprar , diseño , muebles , vintage, muebles...

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